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UNBOXING: Conheça a revista retrô gamer Warpzone

RockySilva_Warpzone-SLIDEEstava eu na minha linda porém Vagabaund’s casa e recebo este maravilhoso pacote da revista Warpzone. E o conteúdo é dos melhores para você que gosta de games retrô.

Conheci a Warpzone lá no comecinho, quando era apenas um Fanzine. Mesmo com poucas páginas, já trazia um material de qualidade. Me chamou a atenção tando no tipo de material que era impresso até o conteúdo escrito dela. Além de ser muito bonita e duradoura, tinha um conteúdo excelente. Sem contar os mini-posteres que vinham. Digno de nostalgia com um material diferenciado.

Depois de passado muito tempo, me surpreendo com a noticia de que a Warpzone cresceu e já estava andando. Não era mais aquele pequeno fanzine, mas manteve a qualidade mesmo após trazer um trabalho muito maior do que antes. E é isso que eu mostro brevemente no video abaixo.

Obrigado Warpzone pela confiança e oportunidade de conhecer o material recente. Feliz de ter contribuido na época do Fanzine, fazer parte da história e ter orgulho de ter apostado certo neste material.

E fique ligado! Em breve haverá um sorteio de um Kit Warpzone e também de games para Steam. E ainda dá tempo de participar da promoção valendo 2 Kits do livro Herói. Corra!

Não se esqueça de compartilhar o video com os amigos.
Se quiser conhecer mais da Warpzone, acesse o site oficial www.warpzone.me

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Aprenda os Fatalities do Mortal Kombat 1 neste video interativo

RockySilva_MK1Classic-ComandosDeFatalityVideo-SLIDEEsse era um video que eu achei que não fosse fazer, não estava nos meus planos! Mas a molecada pediu e era um video curto, então porque não fazer!?

Não sabe fazer Fatality de cór no MK clássico? Então pra facilitar sua como de costume, veja neste video interativo (infelizmente apenas pelo PC ele é interativo) onde você escolhe diretamente qual personagem quer ver o Fatality sem ter que ficar procurando o tempo no video e já indo direto ao ponto.

Além disso, o video vem com o comando de Fatality ilustrado no video e um joystick que faz o movimento de direcionais e botões demonstrando como você deve fazer o comando no seu jogo. Assim facilita o entendimento e leitura dos comandos apresentados.

A idéia é ser como uma clássica revista de games onde você via todas essas informações, só que em video interativo pra te deixar mais confortável com uma informação bem explicada. Um material sem preguiça ao ser feito para que até os mais leigos possam aprender e treinar. Se no meu tempo fosse assim, certeza que muita gente teria menos dor de cabeça. E eu quero ver os Old Gamers relembrando e os novatos aprendendo! O importante é se divertir!

O video foi feito baseado na versão Arcade, mas pode usa-lo para todas as versões do jogo existentes. Consoles, PC, portáteis e afins. Você só tem que seguir os botões que são demonstrados na legenda. Talvez um jogo o outro apresente um Fatality diferente do que demonstrado aqui, mas isso foi devido a censura de época, e alguns foram trocados por outros. Porém os comandos para faze-los será o mesmo!

=PEÇA JÁ SUA CANECA DO ROCKY SILVA E APOIE O CANAL=
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Envie uma mensagem para eles perguntando sobre os modelos Rocky Silva 😀

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Simulador de Star Wars? Sim! Preparem os bolsos, pois eles chegaram!

Star Wars Rocky
Simuladores de Star Wars já podem ser encontrados em São Paulo e Rio de Janeiro.

Se você, assim como eu é fã de star wars e sempre sonhou em pilotar a Millenium Falcon e lutar nas batalhas épicas existentes no filme, não precisa mais ficar apenas sonhando!
Star Wars: Battle Pod desenvolvido pela Bandai Namco é um simulador que promete trazer (toda) quase toda a experiência das batalhas de Star Wars para dentro de uma cabine, simulando um cockpit de uma nave, levando o jogador ao longo de momentos memoráveis da saga.

Para aumentar a imensão dos jogadores, os desenvolvedores desenvolveram um cockpit totalmente fechado, contando com uma cadeira, 2 controles, uma tela gigante circular, diversas saídas de aúdio para aumentar a imersão e gráficos excelentes.

O cockpit visto por dentro:
Star-Wars-Battle-Pod-arcade

Falando um pouco mais sobre a máquina em si, a Bandai Namco lançará versões da máquina para serem compradas por usuários caseiros, ou seja, você pode ter uma dessas em casa, com o seu nome gravado na cabine e tudo mais. Claro que todo esse conforto não sai de graça (e muito menos barato né?), existem duas versões para serem adquiridas. A versão mais básica custa US$ 35 mil dólares, enquanto que a versão premium com o nome escrito e bancos de couros custa a bagatela de US$ 100 mil.

Bom, chega de falar da máquina e vamos ao que interessa, o jogo!

Inicialmente a Bandai liberou 5 missões do game, com a promessa de liberar mais, porém não temos certeza se a promessa será cumprida, já que as máquinas já existem a mais de 1 ano em outros países e ainda contam com as mesmas 5 missões.

Para aumentar ainda mais a imersão no jogo, no momento em que o usuário acelera a nave uma corrente de ar começa a soprar em seu rosto, simulando perfeitamente a ação que ele está vendo na tela. A jogabilidade é frenética, porém simples, quem já jogou Star Wars Battlefront não terá nenhuma surpresa com o sistema de batalha em si.

Existem apenas 2 controles e 2 botões, 1 manche esquerdo que serve para acelerar (empurrando para frente) e frear (puxando para trás) e o manche direito que serve para controlar a nave 360º, um gatilho para atirar e um botão para soltar mísseis teleguiados quando a mira estiver travada no alvo.

O jogo funciona no sistema In Rail, ou seja, o jogador não controla o caminho que a nave seguirá, ela tem um caminho pré definido e o jogador tem um determinado tempo para eliminar os inimigos que vão aparecendo na tela antes deles atacarem você. Cada ataque do inimigo você perde 1 ponto de vida.

Vamos agora falar sobre as 5 missões disponíveis no game, lembrando que cada missão exige um desafio final para ser completada, porém você pode jogar qualquer missão, não precisa passar a primeira para liberar a segunda por exemplo. O único problema é que, mesmo que você complete a missão, terá que pagar novamente para jogar outra missão.

As missões são:

Não vou entrar em detalhes sobre o que acontece em cada missão para não estragar a diversão, mas se você não ligar para spoilers (ou não mora em uma das cidades agraciadas com uma máquina dessa) e quiser dar uma conferida no gameplay do jogo, segue um vídeo que gravei para o meu canal no youtube:


(Peço desculpas pela qualidade da imagem, mas é um espaço bem apertado para se gravar e conseguir capturar a tela toda.)

Para quem está se perguntando onde essa belezinha pode ser encontrada, em uma breve pesquisa no google, encontrei apenas 2 lugares que tem ela.
Em São Paulo, ela pode ser encontrada na Hot Zone do Shopping Morumbi, já no Rio de Janeiro pode ser encontrada na Hot Zone do Barra Shopping.
Por enquanto apenas esses dois lugares contam com a máquina pelo que pude perceber, caso alguém encontre em algum outro lugar, deixe ai nos comentários que atualizo o post com o endereço.
Lembrando: vá com dinheiro, porque esse jogo vicía demais e cada rodada custa R$ 8,00 para não vips e algo em torno de R$ 6,70 para vips.

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Resident Evil 2 HD Remastered? Quase isso…

RockySilva-RE2HDTestFan-SLIDEDando uma volta pelo o Alvanista me deparo com a linda pérola apresentada pelo perfil Canal03, onde foi compartilhado um video feito por um programador que pretendia estudar e aprender como usar o kit de programação da Unreal Engine e do UDK. Então o bendito resolveu que seria uma boa treinar usando o seu game favorito como base, e que game era? Nada mais, nada menos do que o clássico Resident Evil 2.

Você pode conferir como ficou o trabalho neste gameplay postado abaixo. Será que a Capcom vai dar uma dessas e fazer algo assim também? Qual a sua opinião?

O game não está para download, é apenas um video demonstrativo do trabalho do rapaz. Dá play mané!

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Review Brasil Game Show 2014 – Sábado dia 11/10/2014

RockySilva_BGS2014Sabado-SLIDEFala galera, belezinha? Aqui quem fala é o André e esse é o meu primeiro post aqui no Rocky Silva – O Blog. Na minha estréia farei um review do que eu vi e vivi na Brasil Game Show 2014. Preparados?

Assim como a edição anterior, a edição 2014 prometia usar todo o espaço do pavilhão do Center Norte, e realmente todo o espaço foi utilizado, porém com esse espaço a mais veio também um problema constante em eventos brasileiros, a superlotação. Eu realmente não tenho a certeza de que foi vendido mais ingressos do que o permitido, mas o que eu vi foi completamente diferente dos outros anos que fui.

A primeira Brasil Game Show que participei foi em 2011 no Rio de Janeiro, o lugar era pequeno mas eu consegui jogar todos os lançamentos da época, e olha que eram lançamentos bem aguardados como Gran Turismo 5 e Mortal Kombat 9 por exemplo. Dividindo o público dos 5 dias de evento se chegou ao número de 60 mil visitantes, o que da uma média de 12 mil por dia (Fonte: Site Oficial da BGS). A segunda edição no ano seguinte, a feira mudou para São Paulo, porém ainda não utilizou todo o espaço do Expo Center Norte. Em 2012 a feira teve uma lotação de mais ou menos 100 mil pessoas, o que dá uma média de 25 mil pessoas por dia. Mesmo não utilizando o pavilhão todo, consegui jogar todos os lançamentos da Sony na época, carimbar toda a cartela e retirar meu brinde no final. Ainda consegui pegar a fila e descolar um poster de Assassin’s Creed 3. Em 2013 eu não consegui comparecer na feira, mas um amigo meu foi e disse que conseguiu jogar todos os jogos também, e olha que era um ano bem aguardado já que seriam lançados o XBox One e o PlayStation 4. De acordo com o site oficial, o público para os 5 dias foi de 150 mil pessoas, o que não acaba sendo um problema já que estava se usando o pavilhão todo.
Já em 2014 era esperado um público de aproximadamente 250 mil pessoas para os 5 dias. Isso da uma média de 50 mil pessoas por dia no evento (20 mil a mais do que no ano anterior). Isso resultou em filas quilométricas para todos os lugares da feira, eu infelizmente não consegui jogar nada esse ano, pois se fosse jogar algo teria que escolher um único jogo, portanto preferi passar meu tempo aproveitando as promoções que surgiam durante o evento.

Cheguei com minha esposa na feira por volta de meio dia e encontramos o local já aberto. No site constava que a abertura seria prevista para às 13:00, não sei por qual motivo resolveram abrir antes, mas acabou sendo uma boa, pois estava um calor de 35Cº em São Paulo. Entramos e já nos deparamos com a área reservada para a BCG (Brasil Game Cup), o espaço era gigantesco e contava com milhares de cadeiras espalhadas para o público acompanhar os torneios de LOL. A área contava com estandes da EVGA, BENQ, Razer, Ongame, entre outros.

Ao sair da área de campeonato, passamos em frente ao estande da WB Games, que estava lotado por conta de Mortal Kombat X e Fifa 15, confesso que estava tão lotado que não consegui ver nada de ambos os jogos. Esse foi um dos estandes mais lotados até o final da feira, e um dos mais animados também.

Logo após visitamos o estande da Sony, que por sinal estava GIGANTE e muito bem decorado, contando com 3 telões que ficavam transmitindo vídeos dos principais lançamentos da Sony para esse ano: The Evil Within, The Order 1886, Little Big Planet 3, Until Dawn e etc. Sendo possível jogar games como Little Big Planet 3, DriveClub, Bloodborne, Minecraft, Naruto, entre outros. Novamente a Sony estava dando uma cartela para o usuário carimbar conforme fosse jogando os jogos, porém em todas as pessoas que olhei, elas possuíam no máximo 2 carimbos.

Enquanto eu estava no estande da Copag, começou uma transmissão nos telões da Sony com o gameplay do game Until Dawn, então se vocês tiverem oportunidade aconselho que comprem o jogo logo na pré-venda, simplesmente está espetacular! Fazia tempo que não me assustava com um jogo de terror.


Também resolvi dar um pulo nas Lojas Americanas, confesso que perdi uma estimativa de 1 hora lá dentro entre escolher o que queria e enfrentar a fila do caixa, mas valeu cada minuto, pois encontrei diversas promoções como Assassin’s Creed Black Flag do PS4 por R$ 69,90, os livros do Assassin’s Creed por R$ 14,90 e os livros de Game of Thrones por também R$ 14,90, além da sessão de alimentos com tudo por quase o mesmo preço de uma Americanas normal, sendo apenas aproximadamente 2 reais mais caro, portanto todos podiam comer junk food barata caso não tivessem levado dinheiro suficiente ou não estivessem dispostos a enfrentar a fila da praça de alimentação.

Então foi a vez de visitar o estande da Saraiva, onde imaginei encontrar diversas promoções de livros, porém todos estavam com o preço de uma Saraiva normal, encontrei promoções apenas em edições de colecionador de diversos jogos e em alguns jogos de Wii e WiiU como Super Mario Striker Charged por R$ 29,90 e The Legend of Zelda: The Wind Waker HD por R$ 129,90. Escolhi esses 2 para comprar e lá vou eu de novo enfrentar uma fila monstra para o caixa que durou mais de 1 hora.

Chegou a vez da fome, seguimos para a praça de alimentação e haviam diversas opções para todos os paladares, optamos por comer hambúrguer com fritas. E após matar a fome foi hora de visitar a Evolução do VideoGame, estande presente na BGS desde o começo, porém este ano contava com diversos fliperamas clássicos para todos os gostos. A parte do museu em si mudou um pouco e não contava mais com os vídeogames mais conhecidos, abrindo espaço para os que não foram tão populares. Confesso que gostei da mudança, mas concordo que deveria ter os mais conhecidos presentes, afinal um Playstation One já é considerado um artigo de museu.

Após um giro rápido pelo museu, foi a hora de visitar o estande da Microsoft. Não sou muito fã da verdinha, mas o estande estava gigantesco e bem montado. Também contava com um DJ que tocava música eletrônica sem parar, o que acho muito chato, ainda mais na altura que estava. Era simplesmente insuportável, e eu não quis ficar lá dentro por muito tempo.

Em seguida passamos pela Konami, e estava bem vazio comparado aos demais, acho que o povo não curtiu muito o PES 2015. Senti falta de poder jogar o novo Metal Gear, mas a única chance que tive de ver o jogo foi em um telão no canto do estande.

Depois passamos pela frente do estande da Activision, que contava com uma boa parte dedicada ao jogo Destiny e a outra parte dedicada ao Call of Duty Advanced Warfare, não preciso nem mencionar que o estande estava lotado né?

Passando pelo estande da Ubisoft, estava rolando um Flash Mob bem legal de Just Dance 2015.

E assim foi a vez de visitar os produtores independentes, e para a minha surpresa vi jogos realmente ótimos como o Toren, jogo do Estúdio Swordtales que será lançado para PC (via Steam) e PS4.

Minha impressão final sobre a feira: A experiência foi boa, a decoração estava bem legal e deixava claro a briga entre as gigantes Sony e Microsoft. Confesso que senti falta da Nintendo, pois ultimamente o WiiU me cativou e adoraria jogar ,Super Smash Bros. E espero que ano que vem ela faça parte dos expositores.

Vou ficando por aqui, acho que deu para ter uma noção de como estava a feira no sábado e do que esperar para o ano seguinte. Abraços galera e até a próxima!

Agradecimentos ao Arthur Dias pelas imagens da feira.

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1996: A Revolução Gamer

1996

Em 1984, houve um “crash” na indústria dos jogos. A indústria estagnou por 3 motivos: havia vários consoles nas lojas (12, pra ser mais exato) e a diferença gráfica entre eles era minima, os controles eram pouco precisos ou costumavam quebrar facilmente e não havia uma Assistência Técnica Especializada na época. A falta de criatividade das produtoras em fazer jogos diferentes, a maioria eram apenas clones um dos outros pela falta de direitos autorais naquela época.

Isso fez com que várias empresas como a Mattel, Coleco e outras menos conhecidas quebrassem no seu departamento de jogos e nunca mais fossem uma potência novamente. A Coleco ainda chegou a fabricar alguns computadores mas ela nunca mais foi a mesma. A Atari foi a única que sobreviveu mas também nunca fez nada memorável até que ela decidiu parar de fazer hardware.

Mas essa história todos já conhecem. O que estou para comentar aqui foi outro “crash” que aconteceu na história mas não foi tão forte e abalador quanto o de 1983, mas afetou as pequenas produtoras e chegou a afetar um pouco o futuro das grandes.

O ano: 1996. Pouca gente prestou atenção nisso porque estavam todos loucos pra jogar o Nintendo 64 que acabara de sair, ou estavam comentando sobre o leitor de “farinha” do PlayStation que quebrava facilmente ou do Sega Saturn que havia sido lançado mas não estava superando as expectativas da Sega.

Enquanto esses 3 consoles estavam “bombando” na mídia, exatos 10 consoles/add-ons estavam sendo descontinuados: Sega CD, Sega 32X, TurboGrafx 16/PC Engine, Turbo Duo/PC Engine CD, 3DO, Atari Jaguar, Atari Jaguar CD, Philips CD-i, Virtual Boy e o Apple Pippin (esse no comecinho de 1997).

Até o fim da década de 1990, era comum ver uma ou outra empresa grande em outro departamento apostar na industria de jogos mas quase sempre essa ideia não dava certo – ainda mais depois que a Nintendo trouxe os direitos autorais e conseguia segurar a maioria dos jogos exclusivos de outras empresas em seus consoles até 1996.

A verdade é que empresas como a Atari perderam a força porque não conseguiram se adaptar ao novo mercado multimilionário e tiveram que reformular seus planos, que nesse caso seria ao invés de produzir hardware passar a fabricar software para os consoles das outras empresas.

Grandes idéias, como a 3DO Company de Trip Hawkins falharam quase que completamente mesmo com apoio de grandes empresas como LG, Matsushita (Panasonic), AT&T, Time Warner e Electronic Arts. No começo as empresas até acharam legal a cobrança de apenas 3 dólares para poder lançar um jogo no console, mas como o alto preço inicial do console e a falta de variedade de títulos no lançamento acuminou na decadência rápida do console.

A ideia de Trip não era criar um novo console, mas sim criar um padrão como a JVC havia feito com o Video Cassete: qualquer empresa pagava um pequeno royalty para a 3DO Company e poderia fabricá-lo – mas a ideia falhou porque haviam muitas empresas envolvidas com o 3DO e a royalty era paga a todas elas, o que deixava o preço um pouco fora do alcance do público. Isso também fez com que muitas publicadoras ficassem longe do console.

O Philips CD-i, por exemplo, que nasceu no desenvolvimento do SNES CD que estava sendo produzido pela Sony mas a Nintendo acabou chamando também a Philips para desenvolver um. Isso irritou a Sony que largou o seu projeto e fez o PlayStation e a Philips também largaria o seu e transformaria no CD-i que falhou por investir em quase que sua maioria jogos FMV (que estavam em “alta” na época) mas tinha controles péssimos e pouca variedade de jogos no fim das contas.

O marketing também era uma coisa importante na época, e foi o que acabou com a credibilidade da Atari. O seu console Atari Jaguar foi vendido como um aparelho de “64-bits” por conter 2 processadores de 32-bits de pequena potência dentro do console mas devido ao tamanho pífio do cartucho (apenas 32mbit) isso acabou gerando vários jogos com gráficos que eram pouco melhores do que um Mega Drive/Super Nintendo, quem diria confrontar com um Sega Saturn por exemplo.

Então ela pensou que lançar um add-on de CD resolveria, e novamente não resolveu. O seu hardware era fraco, defasado e o add-on morreu pouco menos de 1 ano depois que foi lançado com pouquíssimas unidades vendidas.

Nem mesmo a Nintendo escapou. O Virtual Boy é conhecido mundialmente como uma das maiores falhas da indústria. O projeto era pretensioso durante seu desenvolvimento mas acabou esbarrado numa limitação de 2 cores (vermelha e preta) para baratear o custo do hardware e acuminou em apenas 17 jogos desenvolvimentos para a plataforma em pouco mais de 1 ano.

Quem acompanhava as notícias na época podia ver que haviam mais de 100 jogos anunciados para ele e todos foram cancelados de uma hora pra outra depois do seu lançamento.

A verdade é que a indústria amadureceu em 1996. Não era apenas lançar “qualquer coisa” e fazer um marketing bonitinho que faria com que os jogadores comprassem seu console. Em 1996, a internet já estava engatinhando e o que não faltavam eram revistas com reviews dos jogos – coisa que não havia em 1984 quando aconteceu o primeiro Crash. Você podia conhecer o jogo antes mesmo de comprá-lo, nem que fosse apenas por imagens e opiniões de outros jogadores.

A Sega se deu mal fora do Japão: embora no Mega Drive a situação fosse contrária, no Saturn ela apostou contra a maré da industria e colocou um hardware mais potente para o 2D e muito complexo de se programar e depois de pouco mais de 1 ano as empresas começaram a correr do console e apenas no Japão a produção ficou a mesma – é tanto que o Saturn lá foi descontinuado apenas em 2000, enquanto no resto do mundo foi em 1998 com pouquíssimos lançamentos naquele ano.

A Nintendo também sofreu por se “opor” a tendência da indústria: seu novo console foi atrasado por 1 ano e saiu em 1996 usando cartuchos que eram caros de fabricar e acabavam por ter cortes no áudio e CGs em quase todos os jogos, raras foram as exceções como Resident Evil 2. Isso fez com que a maioria das grandes empresas como Squaresoft, Enix, Capcom, Konami, entre outras, lançassem poucos ou nenhum jogos na plataforma e migrassem seus projetos para o PlayStation.

Na 5ª Geração de Consoles, a Sony foi a grande vencedora porque o seu console era barato, tinha um hardware bom e fácil de programar, utilizava CDs, com o cartão de memória você podia salvar os jogos e jogar na casa dos seus amigos (valido para todos os jogos) e o seu controle até hoje é considerado por muitos o melhor controle já criado da história.

A verdade é que esse “crash” de 1996 ensinou as empresas uma coisa: não adianta ir contra a indústria se a sua ideia não é melhor do que as concorrentes e não adianta se fechar apenas para o seu nicho de jogadores, o foco deve ser sempre a maior fatia do mercado se quiser ser a empresa que dita as tendências e ela quiser permanecer no topo.

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VIDEO: Trailer de ‘Samurai Shodown Slash’, o game mobile com personagens da SNK

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Samurai Shodown Slash é o projeto de um game coreano com personagens da SNK, baseado na franquia de renome Samurai Shodown  com ótimos gráficos. O jogo é um “Hack ‘n Slash Runner” lançado para dispositivos móveis com iOS ou Android.

O game é um spin off da série, além de contar com personagens icônicos como Hattori Hanzo, Haohmaru e Nakoruru também contamos com personagens adicionais como: Mai Shiranui, Kyo Kusanagi e Iori Yagami de The King Of Fighters.

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Rocky Silva na 1ª semana do Festival CDZ 20 anos em SP: Veja video e fotos para entender a experiência

RockySilva_CDZ20anosP1-SLIDEEstamos no mês em que os amados Cavaleiros do Zodíaco estão completando 20 anos desde a primeira estréia no Brasil, conquistando fãs em todo o canto deste país, abrindo caminho para o estouro do Anime por aqui quando se aliou a extinta emissora de televisão Rede Manchete. (aquela lenga-lenga toda que a antiga geração conta e a nova já cansou de ouvir!).

Com esse evento, nós aqui de São Paulo tivemos a oportunidade de ter novamente o filme do Abel no cinema, alguns episódios sortidos e pela primeira vez todos os outros filmes em tela grande de forma oficial, tornando o Brasil o único país que teve todos os filmes de Saint Seiya exibidos no cinema oficialmente.

Homenagem aos 20 anos de CDZ por Aline Hirata (CLIQUE PARA AMPLIAR)

Homenagem 20 anos de CDZ por Aline Hirata (CLIQUE PARA AMPLIAR)

Agora você deve estar se perguntando, porque ir ao cinema pra assistir coisas que podem ser assistidas em casa na VHS, DVD e até baixados da internet? Eu te respondo! Se você é um fã de Cavaleiros do Zodíaco como eu e todos os presentes lá, perceberá que a experiência é única. Onde riamos de coisas que pensavamos que só nós achamos engraçado, é uma grande interação com o filme em um grupo de pessoas que gostam das mesmas coisas que você! É como se tivesse o CD da sua banda favorita, mas vai ao show pra curtir algo mais especial entre pessoas que piram na mesma coisa que você! É genial! Além dos brindes promocionais de quem compra combos de pipoca, refrigerante e também o ingresso, que até antes de adentrar a sala de cinema (que por sinal é confortável até se sentar na primeira fileira) achava que seria o único atrativo para querer ver reprises. Posso dizer que não me arrependo dos três primeiros dias da primeira semana que fui.

Para você entender um pouquinho do que é que estou falando. A Aline Hirata postou uma compilação com videos feitos dentro do cinema na primeira semana. Onde mostra trechos do filme no telão e um pouco da festa que interage em massa com o que é apresentado. Obrigado por postar este video, ajuda a talvez convencer a turma que ainda não foi assistir o resto da programação na semana seguinte. E também é possivel ouvir minha voz de Seiya em várias partes do filme! (Eu sou mané, eu sei! Lindo, mas mané!).


Pra você que ainda não foi compartilhar desta experiência, ainda dá tempo! Ainda tem mais um final de semana de exibição. Sendo que a programação de cada dia é diferente e o que passou na semana passada não irá passar nesta! Na sexta contaremos com um dia de homenagem ao falecido Walter Santos que era dublador do Mestre Camus de Aquário, no sábado especial Saga de Hades e no domingo a exibição do filme Saint Seiya – Prólogo do Céu pra fechar o ciclo de filmes da saga clássica no cinema. Confira preços, programação, endereço e promoções no site oficial do evento CLICANDO AQUI.

Estarei lá com meus amigos nos três dias da segunda semana. Fique com algumas fotos simples, porém especiais. E até a próxima postagem! Nos vemos lá!


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Cavaleiros do Zodíaco – a Lenda do Santuário: Veja fotos da pré-estréia exclusiva que aconteceu em SP

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Você gosta de Cavaleiros do Zodíaco?

Aconteceu nessa terça-feira dia 02 de setembro a Pré-estréia do mais novo filme dos Defensores de Atena. Fãs de todas as idades lotaram a PlayArte Bristol do Shopping Center 3 para assistir em primeira mão este maravilhoso filme. Com a presença de Rodrigo Rossi que fez um Pocket Show cantando os maiores sucessos do Anime.

Ao entrarmos na sala do cinema, tivemos a ilustre presença de um dos produtores do filme, Yosuke Asama, que nos passou algumas mensagens sobre o filme e nos respondeu algumas perguntas. Uma delas foi sobre a possibilidade haver sequências do filme com as sagas de Poseidon e de Asgard, na qual a resposta foi: “Tudo depende da cosmo energia que vocês elevarem durante o filme”. Após essa breve brincadeira ele também disse que é de vontade dele fazer as continuações.

A próxima pergunta foi sobre a aceitação do novo filme pelos fãs, por ser muito diferente, não só em relação ao traços, visuais e as novas armaduras e sim referente a sua história que sofreu algumas mudanças para que fosse tapado alguns furos que o anime deixou passar, e ainda mais para que uma saga inteira coubesse em apenas um filme. Como por ele já foi previsto que esta pergunta viria dos fãs ele citou uma frase descrita nos panfletos de divulgação do filme no Japão escrito pelo Mestre Kurumada: “Esse filme será uma nova página de uma nova lenda de Saint Seiya e que juntos iremos fazer essa nova lenda”.

Também contamos com a presença de alguns dubladores que passaram uma mensagem para os fãs de Cavaleiros do Zodíaco. Estavam presentes: Gilberto Baroli (Saga de Gêmeos), Hermes Baroli (Seiya de Pégasus), Leonardo Camillo (Ikki de Fênix), Letícia Quinto (Saori Kido), Ulisses Bezerra (Shun de Andrômeda), Elcio Sodré (Shiryu de Dragão) e Francisco Brêtas (Hyoga de Cisne).

Depois de muitas emoções, sim, o inicio do tão esperado filme. Não existem palavras o suficiente para descrever as sensações sentidas no filme do começo ao fim. Desde a primeira cena que conta o começo de tudo onde o Cavaleiro de Sagitário estava tentando proteger a Deusa Atena ainda bebê você percebe toda a remodelagem das armaduras dos cavaleiros e da história em si como tudo acontece, desde a íris dos olhos até os mínimos detalhes das armaduras, como também o som de metal ao se mexer até ao modo no qual a armadura se molda ao corpo do cavaleiro, tanto no elmo que agora acompanha uma mascara como na forma que a armadura se apresenta para cada um. Enfim, uma nova historia a ser contada, uma nova lenda a ser vivida por cada um de vocês. E que todos vocês possam elevar seus cosmos ao máximo!
Por Atena!

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‘Vai Seiya!’ episódio 7 – Enfia as armaduras no Mu

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Finalmente uma boa notícia para aqueles que acompanham a mais bem sucedida paródia redublada de ‘Os Cavaleiros do Zodíaco‘. Não conhece? Deveria! Dá só um look aqui pra conhecer o ‘VAI SEIYA!’.

Isso pra mim foi como presente de Natal, pois estou ingressando como voz do Seiya substituindo a voz anterior que era feita pelo mestre Filipe Leite, que também é um dos idealizadores da parada! Espero que gostem do meu trampo, estou me divertindo fazendo ele.

Se liga só nesse trampo! Pela Saori… aquela patricinha!! Dá um meteoro de Play aí mané!


Roteiro: Filipe Leite / Felipe Reinicke
Direção / Edição: Filipe Leite

Vozes:
IKKI – Max Albuquerque
HYOGA – Angelo Jantorno
SEIYA – Rocky Silva
SHIRYU – Eduardo Villas
SHUN – Miguel de Britto
TÍTULO – Ricardo Bromer
SAORI – Anna Koeppe
SHUNREI – Daniella Constantini
KIKI – Angelo Jantorno
MU – William Arruda
MESTRE SANTUÁRIO – Ricardo Bromer
MESTRE DOHKO – Max Albuquerque
DEL PATO – Angelo Jantorno
LAGARTIXA – Eduardo Villas
MUJER – Miguel de Britto
CABALO – Filipe Leite
TATSUME – Juvenal Martins

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