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Simulador de Star Wars? Sim! Preparem os bolsos, pois eles chegaram!

Star Wars Rocky
Simuladores de Star Wars já podem ser encontrados em São Paulo e Rio de Janeiro.

Se você, assim como eu é fã de star wars e sempre sonhou em pilotar a Millenium Falcon e lutar nas batalhas épicas existentes no filme, não precisa mais ficar apenas sonhando!
Star Wars: Battle Pod desenvolvido pela Bandai Namco é um simulador que promete trazer (toda) quase toda a experiência das batalhas de Star Wars para dentro de uma cabine, simulando um cockpit de uma nave, levando o jogador ao longo de momentos memoráveis da saga.

Para aumentar a imensão dos jogadores, os desenvolvedores desenvolveram um cockpit totalmente fechado, contando com uma cadeira, 2 controles, uma tela gigante circular, diversas saídas de aúdio para aumentar a imersão e gráficos excelentes.

O cockpit visto por dentro:
Star-Wars-Battle-Pod-arcade

Falando um pouco mais sobre a máquina em si, a Bandai Namco lançará versões da máquina para serem compradas por usuários caseiros, ou seja, você pode ter uma dessas em casa, com o seu nome gravado na cabine e tudo mais. Claro que todo esse conforto não sai de graça (e muito menos barato né?), existem duas versões para serem adquiridas. A versão mais básica custa US$ 35 mil dólares, enquanto que a versão premium com o nome escrito e bancos de couros custa a bagatela de US$ 100 mil.

Bom, chega de falar da máquina e vamos ao que interessa, o jogo!

Inicialmente a Bandai liberou 5 missões do game, com a promessa de liberar mais, porém não temos certeza se a promessa será cumprida, já que as máquinas já existem a mais de 1 ano em outros países e ainda contam com as mesmas 5 missões.

Para aumentar ainda mais a imersão no jogo, no momento em que o usuário acelera a nave uma corrente de ar começa a soprar em seu rosto, simulando perfeitamente a ação que ele está vendo na tela. A jogabilidade é frenética, porém simples, quem já jogou Star Wars Battlefront não terá nenhuma surpresa com o sistema de batalha em si.

Existem apenas 2 controles e 2 botões, 1 manche esquerdo que serve para acelerar (empurrando para frente) e frear (puxando para trás) e o manche direito que serve para controlar a nave 360º, um gatilho para atirar e um botão para soltar mísseis teleguiados quando a mira estiver travada no alvo.

O jogo funciona no sistema In Rail, ou seja, o jogador não controla o caminho que a nave seguirá, ela tem um caminho pré definido e o jogador tem um determinado tempo para eliminar os inimigos que vão aparecendo na tela antes deles atacarem você. Cada ataque do inimigo você perde 1 ponto de vida.

Vamos agora falar sobre as 5 missões disponíveis no game, lembrando que cada missão exige um desafio final para ser completada, porém você pode jogar qualquer missão, não precisa passar a primeira para liberar a segunda por exemplo. O único problema é que, mesmo que você complete a missão, terá que pagar novamente para jogar outra missão.

As missões são:

Não vou entrar em detalhes sobre o que acontece em cada missão para não estragar a diversão, mas se você não ligar para spoilers (ou não mora em uma das cidades agraciadas com uma máquina dessa) e quiser dar uma conferida no gameplay do jogo, segue um vídeo que gravei para o meu canal no youtube:


(Peço desculpas pela qualidade da imagem, mas é um espaço bem apertado para se gravar e conseguir capturar a tela toda.)

Para quem está se perguntando onde essa belezinha pode ser encontrada, em uma breve pesquisa no google, encontrei apenas 2 lugares que tem ela.
Em São Paulo, ela pode ser encontrada na Hot Zone do Shopping Morumbi, já no Rio de Janeiro pode ser encontrada na Hot Zone do Barra Shopping.
Por enquanto apenas esses dois lugares contam com a máquina pelo que pude perceber, caso alguém encontre em algum outro lugar, deixe ai nos comentários que atualizo o post com o endereço.
Lembrando: vá com dinheiro, porque esse jogo vicía demais e cada rodada custa R$ 8,00 para não vips e algo em torno de R$ 6,70 para vips.

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Review Brasil Game Show 2014 – Sábado dia 11/10/2014

RockySilva_BGS2014Sabado-SLIDEFala galera, belezinha? Aqui quem fala é o André e esse é o meu primeiro post aqui no Rocky Silva – O Blog. Na minha estréia farei um review do que eu vi e vivi na Brasil Game Show 2014. Preparados?

Assim como a edição anterior, a edição 2014 prometia usar todo o espaço do pavilhão do Center Norte, e realmente todo o espaço foi utilizado, porém com esse espaço a mais veio também um problema constante em eventos brasileiros, a superlotação. Eu realmente não tenho a certeza de que foi vendido mais ingressos do que o permitido, mas o que eu vi foi completamente diferente dos outros anos que fui.

A primeira Brasil Game Show que participei foi em 2011 no Rio de Janeiro, o lugar era pequeno mas eu consegui jogar todos os lançamentos da época, e olha que eram lançamentos bem aguardados como Gran Turismo 5 e Mortal Kombat 9 por exemplo. Dividindo o público dos 5 dias de evento se chegou ao número de 60 mil visitantes, o que da uma média de 12 mil por dia (Fonte: Site Oficial da BGS). A segunda edição no ano seguinte, a feira mudou para São Paulo, porém ainda não utilizou todo o espaço do Expo Center Norte. Em 2012 a feira teve uma lotação de mais ou menos 100 mil pessoas, o que dá uma média de 25 mil pessoas por dia. Mesmo não utilizando o pavilhão todo, consegui jogar todos os lançamentos da Sony na época, carimbar toda a cartela e retirar meu brinde no final. Ainda consegui pegar a fila e descolar um poster de Assassin’s Creed 3. Em 2013 eu não consegui comparecer na feira, mas um amigo meu foi e disse que conseguiu jogar todos os jogos também, e olha que era um ano bem aguardado já que seriam lançados o XBox One e o PlayStation 4. De acordo com o site oficial, o público para os 5 dias foi de 150 mil pessoas, o que não acaba sendo um problema já que estava se usando o pavilhão todo.
Já em 2014 era esperado um público de aproximadamente 250 mil pessoas para os 5 dias. Isso da uma média de 50 mil pessoas por dia no evento (20 mil a mais do que no ano anterior). Isso resultou em filas quilométricas para todos os lugares da feira, eu infelizmente não consegui jogar nada esse ano, pois se fosse jogar algo teria que escolher um único jogo, portanto preferi passar meu tempo aproveitando as promoções que surgiam durante o evento.

Cheguei com minha esposa na feira por volta de meio dia e encontramos o local já aberto. No site constava que a abertura seria prevista para às 13:00, não sei por qual motivo resolveram abrir antes, mas acabou sendo uma boa, pois estava um calor de 35Cº em São Paulo. Entramos e já nos deparamos com a área reservada para a BCG (Brasil Game Cup), o espaço era gigantesco e contava com milhares de cadeiras espalhadas para o público acompanhar os torneios de LOL. A área contava com estandes da EVGA, BENQ, Razer, Ongame, entre outros.

Ao sair da área de campeonato, passamos em frente ao estande da WB Games, que estava lotado por conta de Mortal Kombat X e Fifa 15, confesso que estava tão lotado que não consegui ver nada de ambos os jogos. Esse foi um dos estandes mais lotados até o final da feira, e um dos mais animados também.

Logo após visitamos o estande da Sony, que por sinal estava GIGANTE e muito bem decorado, contando com 3 telões que ficavam transmitindo vídeos dos principais lançamentos da Sony para esse ano: The Evil Within, The Order 1886, Little Big Planet 3, Until Dawn e etc. Sendo possível jogar games como Little Big Planet 3, DriveClub, Bloodborne, Minecraft, Naruto, entre outros. Novamente a Sony estava dando uma cartela para o usuário carimbar conforme fosse jogando os jogos, porém em todas as pessoas que olhei, elas possuíam no máximo 2 carimbos.

Enquanto eu estava no estande da Copag, começou uma transmissão nos telões da Sony com o gameplay do game Until Dawn, então se vocês tiverem oportunidade aconselho que comprem o jogo logo na pré-venda, simplesmente está espetacular! Fazia tempo que não me assustava com um jogo de terror.


Também resolvi dar um pulo nas Lojas Americanas, confesso que perdi uma estimativa de 1 hora lá dentro entre escolher o que queria e enfrentar a fila do caixa, mas valeu cada minuto, pois encontrei diversas promoções como Assassin’s Creed Black Flag do PS4 por R$ 69,90, os livros do Assassin’s Creed por R$ 14,90 e os livros de Game of Thrones por também R$ 14,90, além da sessão de alimentos com tudo por quase o mesmo preço de uma Americanas normal, sendo apenas aproximadamente 2 reais mais caro, portanto todos podiam comer junk food barata caso não tivessem levado dinheiro suficiente ou não estivessem dispostos a enfrentar a fila da praça de alimentação.

Então foi a vez de visitar o estande da Saraiva, onde imaginei encontrar diversas promoções de livros, porém todos estavam com o preço de uma Saraiva normal, encontrei promoções apenas em edições de colecionador de diversos jogos e em alguns jogos de Wii e WiiU como Super Mario Striker Charged por R$ 29,90 e The Legend of Zelda: The Wind Waker HD por R$ 129,90. Escolhi esses 2 para comprar e lá vou eu de novo enfrentar uma fila monstra para o caixa que durou mais de 1 hora.

Chegou a vez da fome, seguimos para a praça de alimentação e haviam diversas opções para todos os paladares, optamos por comer hambúrguer com fritas. E após matar a fome foi hora de visitar a Evolução do VideoGame, estande presente na BGS desde o começo, porém este ano contava com diversos fliperamas clássicos para todos os gostos. A parte do museu em si mudou um pouco e não contava mais com os vídeogames mais conhecidos, abrindo espaço para os que não foram tão populares. Confesso que gostei da mudança, mas concordo que deveria ter os mais conhecidos presentes, afinal um Playstation One já é considerado um artigo de museu.

Após um giro rápido pelo museu, foi a hora de visitar o estande da Microsoft. Não sou muito fã da verdinha, mas o estande estava gigantesco e bem montado. Também contava com um DJ que tocava música eletrônica sem parar, o que acho muito chato, ainda mais na altura que estava. Era simplesmente insuportável, e eu não quis ficar lá dentro por muito tempo.

Em seguida passamos pela Konami, e estava bem vazio comparado aos demais, acho que o povo não curtiu muito o PES 2015. Senti falta de poder jogar o novo Metal Gear, mas a única chance que tive de ver o jogo foi em um telão no canto do estande.

Depois passamos pela frente do estande da Activision, que contava com uma boa parte dedicada ao jogo Destiny e a outra parte dedicada ao Call of Duty Advanced Warfare, não preciso nem mencionar que o estande estava lotado né?

Passando pelo estande da Ubisoft, estava rolando um Flash Mob bem legal de Just Dance 2015.

E assim foi a vez de visitar os produtores independentes, e para a minha surpresa vi jogos realmente ótimos como o Toren, jogo do Estúdio Swordtales que será lançado para PC (via Steam) e PS4.

Minha impressão final sobre a feira: A experiência foi boa, a decoração estava bem legal e deixava claro a briga entre as gigantes Sony e Microsoft. Confesso que senti falta da Nintendo, pois ultimamente o WiiU me cativou e adoraria jogar ,Super Smash Bros. E espero que ano que vem ela faça parte dos expositores.

Vou ficando por aqui, acho que deu para ter uma noção de como estava a feira no sábado e do que esperar para o ano seguinte. Abraços galera e até a próxima!

Agradecimentos ao Arthur Dias pelas imagens da feira.

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